fiteiro - 1ª filial


uma viagem do peru [lima]

A bordo do avião que saiu de São Paulo, a primeira visão da Cordilheira dos Andes.

As montanhas não foram barreira para os invasores espanhóis, muito menos agora para as hordas de turistas.

Litoral árido. Lima está próxima. 

Depois de se instalar no simpático bairro de Miraflores, hora de trocar dólar por soles e explorar o centro histórico a bordo de um táxi sem taxímetro. É preciso negociar o preço da corrida antes de entrar no carro. E recusar a primeira oferta.   

Na América Espanhola, a Plaza de Armas é o ponto de partida para visita aos pontos históricos erguidos a partir da chegada dos conquistadores, com seus cachorros e cavalos.

Em Lima, o palácio do governo e a prefeitura dominam o cenário, junto com a catedral. 

Detalhe da arquitetura com suas sacadas de inspiração mourisca. O policiamento é reforçado, apesar do ocaso do Sendero Luminoso.  

A catedral, construída em 1535. 

A porta da catedral. 

A igreja abriga os restos mortais de Francisco Pizarro, o responsável pela partida repentina de muitas almas indígenas. 

Mármore e bronze e um túmulo. 

Outros mortos também descansam na catedral. Religiosos de outras eras. 

Ossuário para turistas.

Todo anjo esconde algo.

Quadro forja transição de autoridade entre os chefes indígenas e os enviados da Espanha. Imagem é tudo.

Nossa Senhora espirra leite no Menino.

O palácio do governo bem protegido. A mudança de guarda só pode ser vista de longe. 

Os singelos pombos enfeitam a entrada do Convento de São Francisco, onde funciona o Museu das Catacumbas. É proibido tirar fotos das galerias subterrâneas lotadas de ossos de antigos peruanos. 

As sacadas dos sobrados, onde as mulheres observavam o movimento das ruas sem serem vistas.

No canto, o passarinho respira o ar poluído do centro.

Igrejas e mais igrejas em Lima. 

Os ônibus que lembram velhos ônibus escolares de filmes norte-americanos. 

O Museu da Inquisição funciona no prédio onde os primeiros legisladores espanhóis davam as ordens na América hispânica. Bonecos mostram todo o julgamento de um perseguido pela igreja.  

Cortejo dos condenados pela Inquisção no local onde hoje fica a Plaza de Armas. 

Figurino de quem tinha que mostrar em público que era um pecador. 

Demonstrações de torturas. Preso pelos pés... 

Ou pelas mãos e cabeça, com direito a chicotadas... 

Levantado pelas costas... 

Garroteado...

Membros esticados...

Ou "afogados", ténica mais amplicada em mulheres. 

Descida aos porões do inferno, onde ficavam os condenados pela igreja. 

Desenho preservado na parede feito por uma vítima da Inquisição.

Poema escrito na masmorra. 

A tradução do poema. 

De volta às ruas, nas proximidades do Museu do Ouro. 

Acervo fica exposto na antiga sede do Banco Central do Peru. 

Destaque em barro de civilizações pré-incas. 

"Representación de una pareja copulando", diz quadro explicativo. 

As peças em ouro ficam guardadas dentro de cofre-forte, com rígida vigilância. 

Evolução das culturas no Peru. 

Sofisticação dourada. 

Peça cerimonial usada para decapitações. 

Colares. 

Máscaras. 

Mantas. 

Braceletes.

Outra igreja.

Interior do museu de cultura popular.  

Peça simpática do acervo.

Sede do aeroclube do Peru tem réplica do monoplano Bleriot XI-I no qual o piloto do país, Jorge Chávez, morreu ao tentar ser o primeiro ao cruzar os Alpes, em setembro de 1910.

Entrada doluxuoso shopping center Larcomar, em Lima, onde o acesso é controlado por seguranças. 

As lojas de frente para o Pacífico.

Anoitecer. 

Ceviche com milho gigantesco. 

Arroz "chifa", reflexo da influência da culinária chinesa entre os peruanos.



Escrito por paulo goethe às 10h21
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